sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010



BIOGRAFIA

Amália Rodrigues



Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, mais conhecida como Amália Rodrigues.

Nasceu em Lisboa a 23 de Julho de 1920 (escolheu nascer a 1 de Julho de 1920). Amália celebrava o seu aniversário no dia 1 de Julho, “no tempo das cerejas”, por isso dizia:
- Talvez, por esta altura do mês haja dinheiro para me comprarem presentes.

Amália Rodrigues, era filha de um músico sapateiro, que para sustentar os seus quatro filhos e a sua mulher tentou a sorte em Lisboa.

Foi uma fadista, cantora e actriz Portuguesa, considerada o exemplo máximo do fado.
Tornou-se conhecida mundialmente como rainha do fado.
Foi considerada uma das embaixadoras do país.

Apareceu em vários programas televisivos, onde só cantava fados e outras músicas de tradição Portuguesa.

Morreu a 6 de Outubro de 1999. Com 79 anos. Está sepultada no Panteão Nacional, ente os mais célebres Portugueses.

António Guterres, então 1º Ministro, decretou três dias de luto nacional.


Alguns fados que cantou

1945- As penas
1945-Perseguição
1945-A tendinha
1945- Sei finalmente
1955- Tudo isto é fado
1962: Asas Fechadas, Povo que Lavas no Rio
........


Trabalho elaborado por:
Joana Baião
e
Beatriz Parreira

Beringel, 1 de Fevereiro de 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


CARNAVAL
No dia 12 , sexta-feira, não podemos desfilar pelas ruas da Vila de Beringel,chovia muito. Foi uma pena, pois estavamos muito bonitos.
Resolvemos desfilar, ou melhor, fazer uma passagem de modelos no pátio da Escola.
Foi engaçado.
Divertimo-nos muito!
Vejam as fotos




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

HISTÓRIA DE PORTUGAL

A Reconquista Cristã


Os Muçulmanos (Árabes) invadiram a Península Ibérica contra os Visigodos pondo fim ao reino visigótico.
Mas sobrou um pequeno grupo de Visigodos que não aceitou o domínio dos Árabes e que se refugiou nas regiões montanhosas do Norte – Astúrias ou Pirenéus.
Os cristãos visigodos reorganizaram os exércitos e formaram grupos contra os Árabes.
Iniciou-se a Reconquista Cristã.
A pouco e pouco formaram-se reinos cristãos como os de Leão,
Castela, Navarra e Aragão.


O Condado Portucalense


Durante a Reconquista Cristã, D. Afonso VI, rei de Leão e Castela, pediu ajuda aos cruzados (cavaleiros cristãos) na luta contra os Árabes.
Desses cruzados distinguiram-se na guerra dois franceses D. Henrique e D. Raimundo.
Como forma de reconhecimento D. Afonso VI deu-lhes as filhas D. Teresa e D. Urraca.
D. Raimundo casou com D. Urraca e foi-lhe dado o Condado da Galiza e D. Henrique casou com D. Teresa e recebeu o Condado Portucalense.
O Conde D. Henrique procurou libertar-se da dependência do rei de Leão (a quem tinha de prestar obediência), mas morreu sem o conseguir.


Reino de Portugal


Após a morte de D. Henrique, D. Teresa ficou a governar o Condado, pois o seu filho Afonso Henriques ainda só tinha 3 anos de idade.
D. Afonso Henriques foi educado pelo seu aio (instrutor) Egas Moniz, este sempre alimentou o sonho da independência.
D. Afonso Henriques, quando tinha 14 anos, armou-se a si próprio cavaleiro e lutou contra a sua mãe. Essa batalha deu-se em 1128, teve o nome de Batalha de S. Mamede.
Ele ganhou a batalha e assumiu o governo do Condado.
Depois de muitas lutas o rei de Castela, Afonso VII e D. Afonso Henriques chegaram a um acordo de paz – Tratado de Zamora - assinado em 1143.
Neste tratado Afonso VII concede a independência ao Condado Portucalense, que passou a chamar-se Reino de Portugal e a ter D. Afonso Henriques como seu Primeiro Rei.


Vê se sabes

1-Como se chamava a mãe de D. Afonso Henriques?

a)D. Teresa
b)D. Urraca
c)D. Mafalda de Sabóia

2-O Condado Portucalense estava dependente de que reino?

a)Aragão
b)Navarra
c)Leão e Castela

3-Quem armou D. Afonso Henriques cavaleiro?



a)O próprio
b)O rei de Leão e Castela, D. Afonso VI
c)O seu aio

4- Contra quem lutou D. Afonso Henriques na batalha de São Mamede?

a)Contra os mouros
b)Contra a sua mãe
c)Contra Egas Moniz

5- Qual o nome do tratado que, em 1143 deu a independência a Portugal?

a)Tratado de Alcanizes
b)Tratado de Tordesilhas
c)Tratado de Zamora



Bandeira do Reinado de D. Afonso Henriques


Trabalho realizado por:


Joana Baião 4º EB

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010



POVOS QUE INVADIRAM A PENÍNSULA IBÉRICA

Há muito anos Portugal e Espanha eram um só. Chamava-se Península Ibérica.
Os primeiros povos a chegarem à Península Ibérica foram os Iberos e os Celtas.
Estes povos eram nómadas (andavam de um lado para o outro). Mais tarde passaram a ser sedentários ou agros – pastoris (estavam sempre no mesmo sitio).
Mais tarde, vieram os Fenícios, Gregos e Cartagineses.
No século III ac. (de Cristo) chegaram à Península Ibérica os Romanos.
Este povo governou durante dois séculos.
Os Romanos deixaram-nos muitos vestígios da sua passagem pela Península Ibérica: pontes, os números, novas técnicas agrícolas, o latim…

Elaborado por:

Beatriz Silva

22 de Janeiro de 2010

sábado, 16 de janeiro de 2010

O QUE É UM SISMO?

No dia 17 de Dezembro de 2009 houve um sismo a cerca de 100 km do Cabo de São Vicente, de magnitude 6,0 na escala de Richter e que foi mais sentido no Algarve.

Um sismo é um fenómeno natural de uma rotura mais ou menos violenta no interior da crosta terrestre correspondendo à libertação de uma grande quantidade de energia e que provoca vibrações que se transmitem a uma vasta área circundante.




GRAU DE INTENSIDADE SÍSMICA


• Imperceptível –
Não sentido pelo homem. Apenas registado por aparelhos de precisão, ou sismógrafos.


• Muito fraco – Sentido por um pequeno número de pessoas em repouso, em especial pelas que se encontram em andares elevados.


• Fraco – Sentido dentro de casa, em especial em andares elevados. Os objectos suspensos baloiçam. A vibração é semelhante à provocada pela passagem de veículos ligeiros. É possível estimar a duração mas não pode ser reconhecido como um sismo.

• Moderado – Os objectos suspensos baloiçam. A vibração é semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados. Carros estacionados balançam. Nota-se a vibração de portas e janelas e as loiças tremem dentro dos armários. Na parte superior deste grau as paredes e as estruturas de madeira rangem.

• Forte – Sentido fora de casa, sendo possível avaliar a direcção do movimento. As pessoas são acordadas. Os líquidos mexem-se e alguns derramam-se. Pequenos objectos em equilíbrio instável deslocam-se ou são derrubados. As portas batem, fecham-se ou abrem-se. Os estores e quadros movem-se. Os pêndulos dos relógios param ou alteram o seu estado de balanço.

• Bastante forte – Sentido por todas as pessoas. Provoca o início do pânico nas populações. As loiças e vidros das janelas partem-se. Objectos ornamentais, livros, etc., caem das prateleiras. Os quadros caem das paredes. As mobílias movem-se ou tombam. As árvores e arbustos são visivelmente agitados. Produzem-se leves danos nas habitações.

• Muito forte – É difícil permanecer de pé. Os objectos pendurados tremem. As mobílias partem. As chaminés fracas partem ao nível do terço superior. Queda de reboco, tijolos soltos, pedras, telhas, parapeitos soltos e ornamentos arquitectónicos. Há estragos limitados em edifícios de boa construção, mas importantes e generalizados nas construções mais fortes. Facilmente visível pelos condutores de automóveis. Desencadeia pânico geral nas populações.

• Ruinoso – Afecta a condução dos automóveis. Torção e queda de chaminés, monumentos, torres e reservatórios elevados. Danos acentuados em construções sólidas. Os edifícios de muito boa construção sofrem alguns danos. Fracturas no chão húmido e nas encostas escarpadas.

• Desastroso – Pânico geral. Desmoronamentos de alguns edifícios. Danos gerais nas fundações. As estruturas são fortemente abanadas, havendo danos consideráveis em construções muito sólidas. Fracturas importantes no solo.


• Destruidor – Abrem-se fendas no solo. Há cortes nas canalizações, torções nas linhas de caminho de ferro, empolamentos e fissuração nas estradas. Danos sérios em pontes, diques, barragens e aterros. Grandes derrubamentos de terrenos.

• Catastrófico – Destruição de quase a totalidade dos edifícios, mesmo os mais sólidos. Caem pontes, diques e barragens. Destruição da rede de canalização e das vias de comunicação. Formam-se grandes fendas no terreno, acompanhadas de desligamento. Há grandes escorregamentos de terreno.

• Danos quase totais – Grandes massas rochosas deslocadas. Modificação da topografia. Objectos atirados ao ar. Este grau nunca foi presenciado no período histórico.



O QUE FAZER EM CASO DE SISMO


Durante um sismo


Se estiver em casa:

• Coloque-se debaixo da mesa ou no vão de uma porta.

• Não tente sair de casa.

• Esteja calmo e com atenção a objectos que possam cair.

• Afaste-se das janelas, vidros, varandas ou chaminés.

• Não utilize o elevador.


Se estiver na rua:

• Afaste-se de torres, postes, candeeiros de iluminação pública, cabos de electricidade ou de estruturas que possam desabar como muros ou taludes; não corra nem vagueie pelas ruas.


• Se for a conduzir um automóvel pare no lugar mais seguro possível de preferência numa área aberta afastada de edifícios muros, rampas, torres ou postes. Não pare nem vá para pontes, viadutos ou passagens subterrâneas. Permaneça dentro da viatura até que o sismo termine.


Depois de um sismo


• Caso o local tenha ficado em condições de pré-colapso tente sair e ajudar os outros a sair com o maior cuidado possível.

• Desligue assim que possível o gás, electricidade e água.

• Não utilize fósforos, isqueiros ou qualquer outro instrumento de chama descoberta e não use interruptores de electricidade sem se ter assegurado primeiro que não há e que não houve fuga de gás; utilize antes uma lanterna eléctrica.

• Pequenas faíscas quase imperceptíveis resultantes do uso de interruptores podem provocar a ignição do gás proveniente das canalizações quebradas. Se sentir cheiro a gás dentro de casa abra as janelas e evacue as imediações por medida de segurança.

• Posteriormente verifique cuidadosamente as condições de abastecimento.

• Limpe produtos tóxicos e/ou inflamáveis que tenham sido derramados.

• Verifique se os canos de esgoto estão em bom estado. Peça ajuda a técnicos especializados se necessário.

• Examine a chaminé da sua casa ao longo de toda a sua extensão verificando se existem fendas, particularmente ao nível do telhado; o exame inicial deve ser feito à distância Identifique os restantes desgastes sofridos pelo edifício e informe os bombeiros ou o serviço encarregado de centralizar as comunicações se os desgastes são susceptíveis de provocar perigo.

• Se não souber avaliar peça ajuda especializada por esses mesmos canais de comunicação. Se estiver no exterior Previna-se contra réplicas sísmicas. Não entre nas zonas mais atingidas a não ser que a sua presença seja necessária.

• Não toque em cabos de electricidade derrubados ou em quaisquer objectos que estejam em contacto com eles.

(pesquisa em Instituto de Meteorologia)

Joana de Sousa Baião
Beringel, 2 de Janeiro de 2010
Turma 4º EB


História de Beringel


Beringel está localizada entre Beja e Ferreira do Alentejo, à distância de 12 quilómetros da primeira e 13 da segunda, na estrada internacional Lisboa - Sevilha.
A sua fundação é anterior à nacionalidade. Teria sido doada por D. Afonso III ao Mosteiro de Alcobaça em 1255. Em 07/03/1497 passou para o Marquês das Minas.
Freguesia do concelho de Beja, com 1577 habitantes, já foi vila, sede do concelho, teve um pelourinho que foi demolido, Misericórdia e Repartição da Fazenda. Da Misericórdia resta ainda a Igreja, no Largo Dr. Miguel Bombarda. Nela funcionou, durante muitos anos, a Repartição do Registo Civil e o Centro E. E. da Mocidade Portuguesa, e também a cantina escolar. Imagens, altares, talhas, sinos, tudo desapareceu quando foi profanada, após a implantação da República.
Beringel teve dois forais: um dado pelo Rei D. Afonso III, em 1282, e outro por D. Manuel 1, em 23/11/15 19. Aqui viveram os Sousas e o Marquês das Minas. Os Monges de Cister fundaram em Beringel um Convento, do qual restam ainda a cerca e uma pequenina parte do claustro, hoje propriedade particular.
Aos monges de Cister se deve, certamente o plantio de vinhas, oliveiras, a indústria da cal e a olaria, esta última trazida de Sevres, em França, para Alcobaça, e daqui para Beringel, a par do desenvolvimento da fé, pela acção apostólica dos frades do convento, que imprimiram nos seus habitantes um profundo espírito religioso.
A dois quilómetros para Norte, existe uma ponte romana, na via Lisboa - Beja. Perto desta ponte existiu um Castro - Romano - do qual restam ainda muitos pedaços de tégulas - romanas e outras matérias de construção daquela época.
Beringel possuía até há bem pouco tempo uma florescente indústria caseira de que viviam muitas famílias, hoje em franco declínio e em vias de extinção: a olaria.
Esta vila está circundada por algumas hortas como a horta de Palhais, do Serrado, do Pombal, da Cravinha, do Caroucinho e de quintas como a da Bela Vista, do Vilarinho e da Rocha, lugares aprazíveis e de recreio.
Serpenteia a vila, do lado do Poente, o rio Galego, que já foi navegável até ao Sado, e é atravessado por uma ponte na estrada Beringel - Ferreira do Alentejo.
Na Praça Dr. Carlos Moreira, encontra-se a Igreja de Santo António.
Existe ainda em Beringel outra Igreja, a de Nossa Senhora da Conceição, de estilo barroco.
Nossa Senhora da Conceição é a Padroeira da freguesia. Atingiram sempre um elevado grau de religiosidade as tradicionais festas de Nossa Senhora da Conceição, realizadas anualmente no 2.º Domingo de Setembro, que atraem a Beringel grande número de forasteiros.
Beringel tem também a Capela de Santa Maria Madalena, aberta ao culto, imitando o estilo bizantino, também chamado «calvário das pedras negras». No entanto, o melhor e mais importante monumento da terra, é a sua Igreja Matriz.
Beringel além das Igrejas, tem duas ermidas: a ermida de Santa Madalena como já foi referido, e a ermida de S. Pedro, hoje em minas. Existiu também em tempos antigos, a ermida de S. Sebastião que foi completamente destruída pelo terramoto de 1755.
Embora Beringel seja uma pequena povoação possui um grande património histórico.



Igreja de Nossa Senhora da Conçeição



Igreja Matriz

Ana Teresa
11/01/2010

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


LONTRA BERINGELA
O Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Santo André tratou de uma lontra e colocou-a na barragem do Pisão perto de Beringel com um aparelho GPS.
No final de Outubro de 2009 o GPS indicava que a lontra se encontrava dentro de uma vila.
Essa lontra foi morta por esmagamento do crânio e encontrada num caixote do lixo enrolada em sacos de plástico.
Apresentaram queixa contra desconhecidos à GNR e ao Instituto de Conservação da Natureza.
O GPS revela que antes de ter ido para o caixote do lixo a lontra esteve três horas dentro de uma casa.
Joana Baião
4ºEB